JARINU – O Dia Mundial das Abelhas, celebrado em 20 de maio pela Organização das Nações Unidas (ONU), serve de alerta para a diminuição desses insetos no mundo. As abelhas são essenciais para produzir nossos alimentos e manter a natureza viva. Por isso, o Governo de São Paulo realiza pesquisas para proteger os polinizadores e também fortalecer os produtores de mel e de outros alimentos do nosso estado.
Entenda como funcionam esses projetos e descubra uma opção de passeio gratuito para a sua família:
Como funciona a proteção às abelhas?
O Instituto Biológico (IB), ligado à Secretaria de Agricultura do Estado, faz exames de laboratório em abelhas encontradas mortas.
- O objetivo: Identificar se as mortes foram causadas por restos de pesticidas (defensivos agrícolas).
- O resultado: Essas análises ajudam na fiscalização e ensinam os agricultores a usarem os produtos de forma responsável.
O laboratório também faz pesquisas para melhorar a criação de abelhas e oferece cursos para produzir abelhas rainhas.
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Dica de passeio gratuito em São Paulo
Quem quiser conhecer mais sobre as abelhas pode visitar a exposição Planeta Inseto, no Museu do Instituto Biológico, na capital paulista. No espaço “Recanto das Abelhas“, dá para ver de perto 11 colônias de espécies nativas que não têm ferrão, como Jataí e Mandaçaia. O local tem câmeras para assistir ao vivo como funciona uma colmeia.
- Endereço: Av. Dr. Dante Pazzanese, 64, Vila Mariana – São Paulo/SP.
- Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 16h (não precisa marcar hora).
Produtos da nossa região ganham mais valor no mercado
Além de cuidar das abelhas, o estado de São Paulo dobrou o número de Indicações Geográficas (IGs) nos últimos três anos, passando de 7 para 14 certificações. Dez delas são do setor agropecuário.
Essa certificação é um selo oficial que reconhece que um produto é especial por causa da tradição e da identidade do lugar onde é feito. São os casos da banana do Vale do Ribeira e do mel do Vale do Paraíba, certificados recentemente.
De acordo com estudos, um produto com esse selo de região de origem ganha uma valorização média de 20% a 50% no preço. Isso aumenta o ganho das famílias que vivem do campo.
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Vinho de Jundiaí pode ser o próximo certificado
Para ajudar os produtores a conseguirem esse selo, a Secretaria de Agricultura montou um grupo técnico que resolve a papelada e orienta as associações. Atualmente, cinco novos pedidos estão sendo analisados pelo governo federal, incluindo o vinho de Jundiaí, além da batata-doce de Presidente Prudente, do café e da cachaça do Circuito das Águas, e do café da Cuesta Paulista.
E você, morador da nossa região? Sabia da importância das abelhas para a comida que chega à nossa mesa? Gostaria de ver o vinho da Região Metropolitana de Jundiaí ganhando esse selo de valorização?
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