Pai é preso em Campo Limpo Paulista por ameaçar estuprar a filha

Foto: Reprodução/Internet

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Um homem de 48 anos foi preso em flagrante em Campo Limpo Paulista após enviar mensagens de teor explicitamente sexual e ameaçador para a própria filha, de 29 anos. O crime, enquadrado na Lei Maria da Penha, foi interrompido por familiares da vítima que imobilizaram o agressor, visivelmente alterado, antes que ele pudesse entrar na residência. Diante da gravidade das ameaças e do risco à integridade da jovem, a Justiça negou fiança e o caso segue sob investigação da Polícia Civil.

CAMPO LIMPO PAULISTA – Uma ocorrência mobilizou a Polícia Militar e familiares no município de Campo Limpo Paulista, envolvendo um homem de 48 anos que foi detido em flagrante sob a acusação de ameaça, com conotação sexual, contra sua filha de 29 anos. O caso foi registrado como violência doméstica e familiar. a história teve início quando a jovem, ao retornar do trabalho, entrou em contato com o pai para saber sobre o paradeiro do filho e do irmão, recebendo como resposta mensagens aterrorizantes onde o pai anunciava que praticaria atos sexuais contra ela assim que chegasse ao imóvel.

Aterrorizada, a vítima buscou auxílio imediato de sua mãe, que mobilizou parentes para garantir a segurança da residência. Quando o agressor chegou ao local, apresentava sinais visíveis de alteração, sugerindo o uso de substâncias químicas. Ele foi prontamente interceptado e contido por populares, inclusive um tio da jovem, que evitou que as ameaças verbais evoluíssem para uma agressão física direta. A PM, acionada inicialmente para uma possível ocorrência de estupro, encontrou o suspeito sendo imobilizado pela família e precisou utilizar algemas para conter a agressividade do detido.

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No plantão policial, a vítima apresentou as provas do crime gravadas em seu celular via WhatsApp, evidenciando o fundado temor que as mensagens causaram. Apesar de não ter ocorrido o abuso físico, a natureza das ameaças e a intenção declarada do pai configuraram crime conforme os protocolos da Lei Maria da Penha. Durante o interrogatório oficial conduzido pela delegada Fernanda Monteiro de Souza, o suspeito confessou o envio das mensagens, o que resultou na apreensão de seu aparelho celular para perícia.

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A autoridade policial decidiu por não arbitrar fiança, justificando a necessidade de preservar a integridade física e psicológica da vítima, que já solicitou medidas protetivas de urgência para impedir qualquer aproximação futura do agressor. O caso reforça a importância da rede de apoio familiar e da denúncia imediata em situações de violência doméstica, garantindo que o Estado possa intervir antes que as ameaças se transformem em tragédias irreparáveis.

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