Jundiaí tem primeiro caso de mpox em 2026

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JUNDIAÍ – A Secretaria de Promoção da Saúde confirmou, nesta segunda-feira (9), o primeiro registro de mpox no município em 2026. O paciente é um homem, com idade entre 30 e 39 anos, residente na cidade. Com este caso, Jundiaí volta ao radar de monitoramento da doença, que apresentou três ocorrências em 2025 e cinco em 2024.

Detalhes do caso e monitoramento

De acordo com a Vigilância Epidemiológica (VE), o paciente começou a apresentar sintomas em 22 de fevereiro. O diagnóstico foi ratificado após exame laboratorial com resultado detectável, realizado pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL). Atualmente, o homem recebe acompanhamento da rede municipal de saúde e segue os protocolos de isolamento e cuidado.

Cenário da mpox em 2026

O registro em Jundiaí ocorre em um momento de atenção nacional. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil já soma pelo menos 129 casos confirmados este ano, com uma concentração expressiva no estado de São Paulo, que detém 86 dessas notificações.

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O que é a mpox e como ocorre a transmissão?

A mpox é uma doença zoonótica viral causada por um vírus da mesma família da varíola. Diferente do que muitos pensam, a evolução costuma ser leve na maioria dos casos, mas exige atenção redobrada para grupos de risco, como crianças, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

Formas de contágio:

  • Contato direto: Toque próximo com lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada.
  • Objetos contaminados: Uso compartilhado de roupas, lençóis ou toalhas.
  • Zoonose: Contato com animais silvestres infectados (especialmente roedores).

Fique atento aos sinais e sintomas

O diagnóstico precoce é fundamental para interromper a cadeia de transmissão. Os principais sintomas incluem:

  • Erupções cutâneas: Lesões ou feridas na pele que podem aparecer em qualquer parte do corpo.
  • Linfonodos inchados: Presença de “ínguas” no pescoço, axilas ou virilha.
  • Sintomas gripais: Febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza intensa.

Onde buscar ajuda em Jundiaí e região?

A Vigilância Epidemiológica reforça que qualquer pessoa que apresente lesões suspeitas ou sintomas compatíveis deve procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Pronto Atendimento. Em Jundiaí, a rede está preparada para realizar a coleta (via swab direto nas lesões) e encaminhar para análise.


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