Travessia intercontinental rumo ao Uruguai entra no Brasil às 14h30 e deve passar sobre a Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ) entre 15h10 e 15h30.
JARINU – Moradores da RMJ poderão acompanhar a passagem de uma viagem internacional de grande relevância no final da tarde. A aeronave responsável por transportar o Papa Leão XIV vindo do Vaticano com destino a Montevidéu, no Uruguai, tem previsão de entrar no espaço aéreo brasileiro às 15h30. Mantendo a rota traçada, o avião deve sobrevoar a região de Jarinu, Itatiba e Jundiaí entre 15h10 e 15h30.
O percurso aéreo utiliza o princípio da rota ortodrômica, navegação que estabelece o menor caminho possível considerando a curvatura do planeta, combinada com o uso de aerovias de alta altitude. Vindo da Europa e atravessando o Oceano Atlântico a partir da costa ocidental da África, na altura do Senegal, a aeronave ingressa no espaço aéreo nacional pela faixa litorânea entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro exatamente às 14h30.
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A entrada no Estado de São Paulo ocorre pela crista da Serra da Mantiqueira e pelo Vale do Paraíba, abrangendo o espaço aéreo de cidades como Cruzeiro, Guaratinguetá, Aparecida e Taubaté. Na sequência do deslocamento rumo ao sul, a trajetória contorna o setor metropolitano e atinge o corredor central do interior paulista, passando por São José dos Campos, Atibaia, Jarinu, Itatiba, Jundiaí, Itupeva e Cabreúva no intervalo previsto entre 15h10 e 15h30.
Posteriormente, o voo avança pela zona central e pela região sorocabana, cruzando sobre Itu, Sorocaba, Itapetininga, Capão Bonito e Itapeva até deixar o território paulista na divisa com o Paraná, nas proximidades de Itararé. A partir desse trecho, o avião segue navegando sobre o Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul antes de adentrar o espaço aéreo uruguaio para o pouso final na capital Montevidéu.
Durante todo o trajeto sobre a região, a aeronave do Pontífice permanece em altitude de cruzeiro, entre 35 mil e 40 mil pés, o que corresponde a uma altura de 10 a 12 quilômetros do solo. Em períodos de céu limpo, quem olhar para o alto no horário estimado poderá identificar o deslocamento por meio dos rastros brancos de condensação deixados pelas turbinas. Pequenos desvios entre 20 e 50 quilômetros na rota original podem ser determinados pelo controle de tráfego aéreo ou para desviar de instabilidades meteorológicas.
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