Vizinha invade apartamento, tenta beijar jovem e ateia fogo em Campinas

O apartamento que ficou todo queimado está interditado. No detalhe a mulher sendo conduzida pela PM - Foto: Reprodução/TV

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CAMPINAS – Uma ocorrência de importunação sexual seguida de incêndio criminoso mobilizou a polícia na região central de Campinas. O crime ocorreu em um edifício onde uma mulher de 31 anos, aproveitou que uma adolescente estava sozinha para invadir a residência. O desfecho só não foi mais trágico graças à rapidez do Corpo de Bombeiros, que evitou que as chamas atingissem outros apartamentos do prédio.

Resumo da Notícia
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Uma adolescente de 17 anos viveu momentos de pânico na noite de sábado (28), no Centro de Campinas. Uma vizinha de 31 anos invadiu o apartamento da jovem, tentou beijá-la à força e, após a vítima fugir para pedir ajuda, ateou fogo no imóvel. A suspeita foi presa com um isqueiro no bolso, mas recebeu liberdade provisória em audiência de custódia no domingo (29).

Dinâmica do crime e o “flagrante do isqueiro”

Segundo o boletim de ocorrência, a adolescente conseguiu escapar do apartamento após ser empurrada e sofrer a tentativa de beijo forçado. Enquanto ela buscava socorro com o porteiro, a vizinha permaneceu no imóvel. Ao retornar, a jovem encontrou o local em chamas.

A Polícia Militar abordou a suspeita ainda no corredor do edifício. Embora ela tenha alegado que o fogo começou “sozinho” em uma televisão, uma busca pessoal realizada por uma escrivã na delegacia revelou um isqueiro escondido no bolso traseiro de sua calça. O objeto foi apreendido e as imagens das câmeras de segurança, que registraram a movimentação no corredor, foram anexadas ao inquérito policial.

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Audiência de custódia

Apesar da gravidade dos fatos, a mulher foi liberada para responder ao processo em liberdade após audiência de custódia realizada no domingo (29). No entanto, a Justiça impôs medidas rigorosas para proteger a vítima. A agressora deve manter pelo menos 200 metros de distância da adolescente. Ela também está impedida de qualquer tentativa de comunicação com a vítima ou suas irmãs.

Antes da liberação, a mulher chegou a ser encaminhada para a unidade prisional de Paulínia.

A Defesa Civil avaliou a estrutura do prédio para garantir que não houve danos comprometedores à fundação devido ao calor das chamas. A adolescente e suas irmãs agora buscam formas de reestruturar o imóvel destruído pelo fogo.

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